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Olá!

Fico extremamente feliz em saber que sua leitura e avaliação, só me enriquecem. Obrigado pela visita e pela avaliação... Ms. Oldemar Nunes

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Resumo do Poster do I Congresso Luso-Brasileiro



Resumos dos Posteres Interactivos do
I Congresso Luso-Brasileiro de Psicologia da Saúde
(Faro, 5-7 de Fevereiro de 2009)

  

C139

ANÁLISE DESCRITIVA DOS INDICADORES DE BEM-ESTAR NO TRABALHO EM TRABALHADORES DE EMPRESAS PRIVADAS

(...) Oldemar Nunes

Este  estudo  teve  como  objetivo,  conhecer  o  grau  de  percepção  de  Bem‑estar  no Trabalho  (BET)  de  profissionais  de  vários  segmentos.  Bem‑estar  no  Trabalho  é caracterizado por três dimensões: satisfação no trabalho, envolvimento com o trabalho e comprometimento  organizacional  afetivo.  Participaram  53  profissionais;  40  do  sexo feminino  e 13 do sexo masculino. A idade média foi de 32,7 anos, com predominância de  solteiros e  formação  acadêmica  superior completo  . A maioria não ocupa cargo de chefia.  Coletaram‑se  dados  através  de  três  escalas  relativas  às  dimensões  referidas  – Escala de Satisfação no Trabalho, Escala de Envolvimento com o Trabalho e Escala de Comprometimento  Organizacional  Afetivo.    Dessa  pesquisa  resultou  em  média  de Satisfação  no  trabalho;  média  de  Envolvimento  organizacional  e  média  de comprometimento  organizacional  afetivo  e  respectivos  desvios  padrão  e  freqüências. Estudou‑se as correlações dessas três dimensões de bem‑estar no trabalho. Concluindo‑se  que  existe  correlação  positiva  e  significativa  entre  Satisfação Geral  no Trabalho  e Envolvimento  com  o  Trabalho.  Além  disso,  os  escores  médios  pesquisados  foram comparados  com  as  respectivas  escalas  a  partir  do  teste  t  quanto  à  satisfação  no trabalho, envolvimento com o trabalho e comprometimento organizacional afetivo a fim de verificar  a probabilidade de erro calculada. 

Dissertação


A MEMÓRIA DE CURTO PRAZO DO UNIVERSITÁRIO E A PRÁTICA DE JOGOS: UM ESTUDO EXPLORATÓRIO

 

OLDEMAR NUNES





RESUMO

Este estudo avalia inicialmente a memória de curto prazo de  estudantes universitários; verifica a seguir as modalidades de jogos  por esses  universitários e a freqüência com que os mesmos são praticados e, finalmente, relaciona o nível de memória de curto prazo verificado com  a prática de jogos. Parte da hipótese de que a prática de jogos influencia na memória de curto prazo. Utiliza-se do Teste Pictórico de Memória – TEPIC-M de Rueda, F. J. M. e Sisto, F. F., devidamente validado para nossa realidade e de escala auto-avaliativa de prática de jogos de lazer/esporte, a qual visa verificar o tipo de jogo praticado, de movimentação física, raciocínio lógico ou conhecimento e os jogos digitais. Desenvolve-se junto a 100 universitários, de ambos os sexos. Os resultados são analisados por meio do Statistical Package for Social Sciences for Windows, SPSS, versão 12.0. Os níveis de memória de curto prazo encontrados foram muito baixos: Inferior (66%), Médio Inferior (25%); Médio(2%); Médio Superior (6%) e Superior (1%). A prática de jogos em suas diversas modalidades também foi reduzida em Jogos de Movimento, JM, e em Jogos Digitais, JD ( 25%) e maior em Jogos de Raciocínio, JR ( 61%). A correlação entre os resultados do TEPIC-M e a frequência de participação em JM, revelou-se positiva, uma vez que os que não praticam nunca JM, 74%, não atingiu sequer o nível médio de memória; o mesmo sendo observado em relação a JD, com 70% dos participantes que não praticam esses jogos, sem atingir o nível médio de memória; e, em relação a JR, uma porcentagem menor (44%) dos que não praticam esses jogos, sem atingir o nível médio de memória, dados que indiretamente, comprovam a hipótese deste estudo

Palavras-chave: Memória de curto prazo, Jogos, estudante universitário, aprendizagem, cognição.


  
ABSTRACT

This study initially evaluates the short-term memory of University students, then the modalities of games by these students and the frequency with which these are practiced are verified, and finally the level of short-term memory observed is related to the playing of games. Our hypothesis is that the practice of playing games is influenced by the short-term memory. Term of Free and Informed Consent - TCLE (Annex A). We utilize the Pictorial Test of Memory - TEPIC-M from Rueda, F. J. M. and Sisto, F. F., duly validated for our reality, and the self-evaluative scale of the practice of leisure/sport games, which aims to determine the type of game played, whether of physical movement, logical reasoning or knowledge and digital games. The research is performed with 100 students of both genders. The results are analyzed by means of the Statistical Package for Social Sciences for Windows, SPSS, version 12.0. The short-term memory levels found were very low: Low (66%), Lower Average (25%), Average (2%), Higher Average (6%) and High (1%). The practice of playing games in their various modalities was also low in Movement Games - JM and Digital Games - JD (25%) and higher in Reasoning Games - JR (61%). The correlation between the results in the TEPIC-M and the frequency of participation in JM proved to be positive, since those who never practiced JM (74%) did not reach even the average level of memory; the same was observed regarding JD, with 70% of their participants who do not play these games without reaching the average level of memory; and, with relation to JR, a smaller percentage (44%) of those who do not play these games without reaching the average level of memory, data which indirectly confirm the hypothesis of this study.